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Mostrando postagens de Janeiro 20, 2013

O ataque do peixe Frankenstein

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Caros amigos, 

Os EUA estão prestes a servir a primeira carne modificada geneticamente do mundo: um salmão mutante que pode devastar as populações de salmão selvagens e ameaçar a saúde humana. Mas podemos impedí-los agora antes que esse estranho peixe Frankenstein apareça em nossos pratos de comida. 

O novo salmão falso cresce duas vezes mais rápido que o original, e nem mesmo os cientistas sabem os efeitos a longo prazo que ele pode causar à saúde. Ainda assim, esse alimento está prestes a ser declarado seguro para consumo, baseado em estudos pagos pelas empresas que criaram a própria criatura modificada geneticamente! Felizmente, os EUA são obrigados legalmente a considerar a opinião pública antes de tomarem uma decisão. Uma crescente coalizão de consumidores, ambientalistas e pescadores estão pedindo ao governo que abandone esse plano mal-cheiroso. Vamos urgentemente criar uma avalanche de apoio global para ajudá-los a vencer essa causa. 

A consulta está acontecendo agora e temos uma …

Chevron é multada em US$ 19 bilhões no Equador

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Petroleira terá de pagar indenização por danos ao meio ambiente na Amazônia equatoriana ocorridos entre 1964 e 1990Chevron: problemas com a Justiça no Equador e no Brasil (Justin Sullivan/Getty Images) Um tribunal do Equador ordenou a petroleira norte-americana Chevron a pagar cerca de 19 bilhões de dólares até segunda-feira em indenizações por danos ambientais. O advogado Juan Pablo Saenz disse que os requerentes poderão organizar embargos se a empresa não cumprir a ordem emitida por um tribunal da província de Sucumbios. A ação é resultado de anos de poluição não controlada na Amazônia equatoriana e atribuída à Texaco, que foi comprada pela Chevron em 2001. Segundo a Chevron, o julgamento é um produto de "suborno e fraude". A companhia disse também que o julgamento é ilegítimo e não executável, pois os requerentes moveram ações no Canadá e no Brasil para buscar ativos da Chevron em outros países. Os requerentes, por sua vez, argumentam que a Chevron praticamente não possui …

Equador licitará novas áreas petrolíferas na Amazônia Parte das reservas seria extraída no Peru. O Equador licitará 13 blocos a empresas privadas ou públicas

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Getty Images Chama saindo de refinaria de petróleo: após a abertura da licitação, em 28 de novembro, as empresas interessadas terão até 30 de maio de 2013 para preparar suas ofertas Quito - O Equador abrirá em 28 de novembro uma licitação de novas áreas petrolíferas na Amazônia, que podem conter entre 400 milhões e 1,6 bilhões de barris, anunciou nesta sexta-feira o ministro de Recursos Naturais Não Renováveis do país, Wilson Pastor.
Parte das reservas seria extraída no Peru. O Equador licitará 13 blocos a empresas privadas ou públicas, e outros três blocos serão entregues de forma direta a companhias estatais estrangeiras em associação com a equatoriana Petroamazonas. O ministro disse que as empresas ganhadoras deverão investir entre US$ 1 bilhão e US$ 1,2 bilhão nos blocos. Entre as companhias interessadas estão a espanhola Repsol, a italiana Agip e as chinesas Andes e Sinopec, assim como empresas estatais do Peru, Colômbia, México, Turquia, Vietnã e Indonésia, entre outras. Após a aber…

Equador revive conflito sobre exploração de petróleo na Amazônia Paúl Mena Erazo Da BBC Mundo no Equador

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Os planos oficiais de extração de recursos naturais novamente colocam o presidente do Equador, Rafael Correa, em disputa com líderes indígenas do país. A causa desta vez é o novo processo de licitação internacional para a exploração do petróleo em larga escala na Amazônia equatoriana que o governo do país acaba de iniciar.




Em março, a polêmica tinha relação com megaprojetos de mineração anunciados pelo governo equatoriano cuja boa parte ainda espera que se concretize.
"Basta desse infantilismo de 'não ao petróleo', 'não à mineração'", afirmou Correa ao defender o "aproveitamento responsável" dos recursos naturais não renováveis que o país possui.Agora, o enfrentamento é pela abertura recente da licitação para que empresas estrangeiras façam investimentos em 13 campos de petróleo no sudeste da Amazônia equatoriana.
Correa advertiu que, segundo dados do governo, "se não for explorado agora, o petróleo do Equador acaba em dez anos", e insisti…